Mulheres: autoconhecimento, lutas e empoderamento
Seu primeiro título, Mulheres: Autoconhecimento, Lutas e Empoderamento, de Sofia Pellegrini, consolidou-se como uma obra de referência para jovens mulheres em busca de reflexão, autonomia e fortalecimento pessoal.
O livro reúne informações, discussões e orientações voltadas às jovens mulheres brasileiras, abordando de forma sensível, equilibrada e acessível temas essenciais da vida feminina contemporânea. Com linguagem clara e olhar atento às transformações sociais, a obra convida à reflexão sobre identidade, direitos, escolhas, desafios e possibilidades de empoderamento.
Maternidade real
A maternidade ocupa um lugar central entre os papéis historicamente atribuídos às mulheres. Desde cedo, muitas meninas são incentivadas a cuidar, acolher e maternar — seja nas brincadeiras com bonecas, seja nas expectativas familiares e sociais que moldam comportamentos e desejos.
Por ser tão naturalizada, a ideia de ser mãe muitas vezes é incorporada sem que haja espaço suficiente para uma reflexão profunda. Para muitas mulheres, a maternidade pode representar um sonho legítimo e desejado. Para outras, pode surgir como uma expectativa externa, nem sempre questionada no momento certo.
O livro convida as jovens mulheres a refletirem sobre esse tema com liberdade e consciência. Ser mãe envolve escolhas, responsabilidades, renúncias, afetos e transformações profundas. Por isso, pensar sobre a maternidade antes de vivê-la é também uma forma de autoconhecimento e autonomia.
Mais do que afirmar um único caminho, a obra propõe uma conversa sensível sobre o direito de cada mulher compreender seus próprios desejos, avaliar suas possibilidades e decidir, de maneira consciente, que lugar a maternidade ocupa — ou não — em seu projeto de vida.
A maternidade sem idealização
A maternidade ainda é frequentemente romantizada. Muitas mulheres crescem acreditando que ser mãe será algo parecido com um “comercial de margarina”: um bebê tranquilo e encantador, uma mãe sempre sorridente, serena, bonita, paciente e plenamente realizada em todos os momentos.
Mas a maternidade real é muito mais complexa do que essa imagem idealizada. Pouco se fala das noites mal dormidas, das cólicas, das dúvidas, da exaustão e da dedicação quase integral que um bebê exige, especialmente nos primeiros meses de vida. Também se fala pouco sobre o quanto a rotina da mulher muda profundamente e sobre como, muitas vezes, tudo passa a girar em torno das necessidades do bebê.
Para muitas mães de primeira viagem, existe ainda o desafio de aprender quase tudo na prática: interpretar choros, lidar com inseguranças, reorganizar horários, enfrentar cansaço físico e emocional e, ao mesmo tempo, tentar corresponder às expectativas sociais sobre o que seria uma “boa mãe”.
A maternidade pode, sim, trazer muita alegria, amor e realização. Mas também pode trazer medo, insegurança, frustração, sobrecarga e solidão — sentimentos sobre os quais quase ninguém fala com a mesma naturalidade. Quando a maternidade não foi desejada ou planejada, esses desafios podem se tornar ainda mais intensos.
Tornar-se mãe não significa viver em um conto de fadas. É atravessar uma experiência profunda, feita de alegrias, dificuldades, descobertas, renúncias, realizações, angústias e transformações. Cada mulher vive esse processo de maneira única, de acordo com seus valores, sua história, sua visão de mundo e, sobretudo, com a rede de apoio familiar, social e comunitária que tem ao seu redor.
Presença na mídia
O feminismo jovem — Folha de Londrina
Em matéria publicada na Folha de Londrina, a jornalista Walkiria Vieira destacou a obra Mulheres: Autoconhecimento, Lutas e Empoderamento, de Sofia Pellegrini, como um livro que aborda o histórico e o cotidiano das lutas femininas, com atenção especial à contemporaneidade do movimento. O texto ressalta temas como direitos reprodutivos, maternidade, violência obstétrica, relações abusivas, padrões de dominação e subordinação, além da contribuição da obra para autonomia, autoestima e conhecimento sobre os direitos das mulheres.
Clique aqui e leia a matéria completa na Folha de Londrina
Premiações
Medalha de bronze no Brasil Design Award 2021
O livro Mulheres: Autoconhecimento, Lutas e Empoderamento, de Sofia Pellegrini, recebeu a medalha de bronze na categoria Design Gráfico no Brasil Design Award 2021, uma das principais premiações nacionais dedicadas ao reconhecimento da excelência em design.
A conquista reforça o cuidado da Pelle Editorial não apenas com o conteúdo de suas publicações, mas também com a qualidade visual, gráfica e estética de seus projetos editoriais. Em uma obra voltada ao autoconhecimento, à autonomia e ao empoderamento feminino, o design teve papel essencial na construção de uma experiência de leitura clara, sensível e visualmente envolvente.
O reconhecimento no Brasil Design Award destaca a força do projeto gráfico do livro, que une informação, beleza e acessibilidade, fazendo da publicação não apenas uma fonte de reflexão, mas também um objeto editorial cuidadosamente concebido.

